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sábado, 11 de julho de 2015

Não Há Tragédia Sem Comédia

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Sinopse
“E quem nos ouve? Pergunto, quem realmente nos ouve? Pergunto-te a ti, Quem realmente te ouve como queres ser ouvido?” Uma jovem com saudades do futuro, uma mulher que vive um dilema matrimonial, uma outra que defende o seu amor por Portugal e uma idosa perante a ameaça da morte do amor da sua vida encontram-se num mesmo espectáculo para partilhar as suas histórias sobre os medos, as interrogações, as inquietações, os desafios e as expectativas de Amar. O espectador é convidado a inscrever-se na história deste espectáculo, nessa história que dá voz, reivindicando à grande História, nomes e vidas esquecidas, que a ela pertencem, mas que nela se veem caladas. Vemo-nos confrontados com a tragicidade da vida humana, com o sofrimento e a esperança de amarmos e sermos amados, e com a comédia que é esta vida, abrindo-se uma realidade paralela onde várias personagens se encontram com uma freira narradora num limbo moderno, onde a ida para o céu ou para o inferno se faz de elevador à ordem do Espírito. As realidades portuguesas são parodiadas num dilema entre o livre-arbítrio humano e o poder divino, onde o divino assume as mais variadas crenças e formas. A Afrodite, a Cúpida, a Macumbina, o Pessoa e o Abundâncio da Anunciação, agente funerário, são algumas das figuras que vêm interromper e questionar a narração da grande história. Não se trata de uma tragédia, não se trata de uma comédia, trata-se da tragicidade e comicidade humanas no palco da vida, onde a tragédia e a comédia partilham a mesma história. 


Ficha técnica

A partir da obra AMAR de Mónica Gomes e de poemas de Sílvia Raposo.

MÓNICA GOMES
Criação e direção artística
Produção e gestão financeira
Dramaturgia
Guarda-roupa
Cenografia
SÍLVIA RAPOSO
Co-produção
Grafismo
Desenho de som e luz
Audiovisuais e site
MÓNICA GOMES e HELENA RAPOSO
Espaço cénico

HELENA RAPOSO
Produção e gestão financeira
Guarda-roupa e adereços

ELENCO
Mónica Gomes
Sílvia Raposo
Luís Correia
Rafael Mendes
Margarida Camacho
Sofia Garcia
Edevânia Mateus
Anabela Pires
Sofia Assis
M/12


AGENDA:

11 e 12 de JULHO (2015) 
17h30 e 21h30
Anfiteatro da Casa da Cultura de Mora

18 e 19 de JULHO (2015)
 21h15 | 16h00
Centro Cultural Dr. António Menano

25 de JULHO (2015)
16h00 | 21h00
Museu Municipal de Faro

8 DE AGOSTO (2015) 
21h30
Auditório do Centro Cultural de Vila do Bispo

14 DE AGOSTO (2015)
Palco 1º de Maio no Parque de Campismo Piedense 
(Costa da Caparica)

11 e 12 de SETEMBRO (2015)
 21h30 | 16h00
Sociedade União Sintrense
19 de SETEMBRO (2015)
21h30
Edifício Grupo Amigos da Costa da Caparica

26 de SETEMBRO (2015)
21h45
Auditório Municipal de Vendas Novas
3 de OUTUBRO (2015)
21h30
Auditório da Junta de Freguesia de Oliveirinha

17 de OUTUBRO (2015)
16h00 | 21h30
Sociedade Recreativa e Musical de Vila Franca do Rosário

07 de NOVEMBRO (2015)
21h30
Associação Cultural e Desportiva de Ferragudo (FesTA - Festival de Teatro 2015)
Sala Carlos Paredes

5 de DEZEMBRO (2015)
21h30
Grupo Desportivo e Cultural de Foros do Arrão








                                                                           




sexta-feira, 6 de junho de 2014

Vidas de A a Z: Viver 100 Vidas em vidas que não vivem

Teatro - Drama cómico
M/12
90 min.


Sinopse
O espectáculo “Vidas de A a Z”, uma adaptação da peça Vidas de A a Z: Viver 100 vidas em vidas que não vivem da autoria de Mónica Gomes e Sílvia Raposo, é a primeira peça de teatro resultante de um projecto, nascido em meio académico, idealizado, levado a cabo e concretizado por uma estudante da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo em vista a iniciação na área das artes do espectáculo em Portugal. Conta a história de quatro indivíduos problemáticos que partilham a mesma casa. Senhor Pimenta, um idoso com Alzheimer, tem um quarto arrendado em sua casa há mais de cinco anos a Dulce, uma senhora que sofre de agorafobia e neuroses várias. Certo dia chega Júlio, um actor inventado por Pimenta que quer ser reconhecido pelo seu talento, para partilhar quarto com Dulce. Esta, desconhecendo a situação, depara-se com metade do quarto supostamente arrendada a Júlio pelo afilhado do Senhor Pimenta (o afilhado Acácio), acabando por acreditar que Júlio existe na realidade. Numa casa de malucos razoáveis, só mesmo Nini, a empregada transgénero, para pôr ordem na "família" e no espectáculo e aceitar entrar na ilusão. Entre ódios assumidos, paixões ateadas, discursos alienados, fracassos de bilheteira, sexualidades problemáticas, máscaras assumidas, há uma grande lição: a vida é sofredora! Mas temos que a viver e, de preferência, com bom humor e uma boa dose de loucura! São políticas, sociais, existenciais e humanas as questões que se levantam nos quatro monólogos presentes na peça e nos diálogos mais improváveis. Porque tudo é teatro no teatro, num jogo constante com a quarta parede. O espectador é e deixa de o ser, nuns momentos é nada, noutros é tudo, ora está na plateia, ora é levado para um outro espaço imaginário, no qual apenas a verdade persiste. Porque afinal "todos aparecem a marcar presença, todos disfarçados de alguém que querem ser e não são, todos disfarçados do que dizem sermos e não somos, todos disfarçados do que aceitamos ser."


Ficha técnica

Elenco:
Dulce SÍLVIA RAPOSO/ EDEVÂNIA MATEUS

Júlio MARCO BENTO

Nini BRUNO MAGINA / MARTÍN SARAMAGO/ RAFAEL MENDES/ DUARTE LOPES

Senhor Pimenta MÓNICA GOMES

Indivíduo das placas LENA RAPOSO/ MARCO BENTO

Autor(a):
MÓNICA GOMES
SÍLVIA RAPOSO (Poesia)

MÓNICA GOMES
Produção e direcção artística
Direcção de cena
Gestão financeira

SÍLVIA RAPOSO
Co-produção
Assistência de encenação
Grafismo
Audiovisuais e site

HELENA RAPOSO
Assistência de produção e encenação
Figurinos e adereços

MICHELLE DA SILVA e HELENA RAPOSO
Preparação de actores

CARLOS GOMES e SÍLVIA RAPOSO
Cenografia

CARLOS GOMES
Montagem do projecto cenográfico

SÍLVIA RAPOSO e MÓNICA GOMES
Luz e Selecção musical




AGENDA   

2014/15

6 DE JUNHO(ESTREIA)
16h00 | 21h00 
Anfiteatro 1 da Faculdade de Letras da UL

28 DE JUNHO
21h00 
Anfiteatro da Casa da Cultura de Mora

10 a 12 DE JULHO
21h00 
Sala Eduardo Prado Coelho da Fábrica do Braço de Prata

19 DE JULHO
16h00 
Casa das Histórias Paula Rego


26 DE JULHO
16h00 | 21h00
Auditório do Centro de Exposições de Odivelas

1 DE AGOSTO
21h30
Parque de Campismo Piedense (Costa da Caparica)

30 DE AGOSTO
21h30 
Auditório do Centro Cultural de Vila do Bispo

13 DE SETEMBRO
21h30
Auditório do Centro de Exposições de Odivelas

20 DE SETEMBRO
22h00

Pavilhão da AMSAC 
(Associação de Moradores de Santo António dos Cavaleiros)

25 e 26 DE OUTUBRO 
21h30 | 16h00 (respectivamente)
Auditório Municipal António Silva

1 DE NOVEMBRO 
16h00 | 21h30 
Auditório do Centro de Juventude das Caldas da Rainha

27 de DEZEMBRO
21h30
Cine-Auditório dos Bombeiros Voluntários do Cadaval

17 DE JANEIRO
21h30
Cineteatro Municipal de Serpa

24 DE JANEIRO
21h30
EKA [unity]

12 a 15 DE FEVEREIRO
Qui. a Sáb. 21h30 | Dom. 17h00
Teatro Turim

28 DE FEVEREIRO
21h30
Centro Cultural Azambujense