A Companhia Vidas de A a Z



Fundada em Janeiro de 2014, a companhia VIDAS DE A a Z leva à cena textos originais de língua portuguesa. O projecto, desde a sua fundação, é dirigido pelas irmãs Mónica Gomes e Sílvia Raposo, com apoio à produção de Helena Raposo. As criações unem, e procuram comunicar, diferentes linguagens, culturas, ambientes e vidas, apelando a uma fusão entre o erudito e o popular, o moderno e o tradicional.  Os seus espectáculos caracterizam-se por uma dimensão intermedia, dialogando com o teatro-dança, o grotesco, a estética kitsch, a pop art, o expressionismo,  o burlesco, a crueldade e o teatro político. A companhia desenvolve a sua actividade na grande Lisboa, apostando também na itinerância, com espectáculos em cena por todo o país.

   


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EQUIPA

A Direcção




Actores




Breve nota histórica

O primeiro espectáculo, Vidas de A a Z: Viver 100 vidas em vidas que não vivem, nasce em 2014 e empresta o seu nome à companhia, revelando uma influência do grotesco, com uma visão crítica sobre a sociedade, problematizando questões relacionadas com a identidade de género e patologias do foro psicológico. 
Em 2015 sobe à cena o espectáculo Não Há Tragédia sem Comédia: As desventuras do amor, manifestando as primeiras influências expressionistas, tendo início o primeiro diálogo com a dança. Ainda nesse ano estreia a comédia Uma Questão de Sexo ou de Morte, uma conversa aberta entre mulheres, que à semelhança do primeiro espectáculo, visava problematizar a questão de género e derrubar barreiras sociais; 
É no decorrer de 2015 que se consolida a dimensão intermedia dos espectáculos, num diálogo com o teatro-dança, a vídeo-arte, o teatro político, o grotesco e a crueldade, dimensões que se evidenciam, em 2016, com o espectáculo Eu Sou Mediterrâneo: Um espectáculo sobre a banalidade do mal, numa linguagem do híbrido, com vista a problematizar a relação entre guerra, política, violência e poder. 
Em 2017, tem lugar o espectáculo Vovó Ganza! Uma comédia de faca e alguidar, cuja encenação dialoga com a estética kitsch, a pop art, o grotesco e a dança, procurando valorizar a tradição oral e artística lisboeta, através de um dispositivo de meta-teatro, cujo olhar sobre os laços familiares é entendido como microcosmo da insurgência do espírito humano em sociedade.